sábado, 17 de setembro de 2016

Túmulo dos patriarcas

O Túmulo dos Patriarcas é considerado como o centro espiritual da antiga cidade de Hebron, que se situa no sudoeste da Cisjordânia, no coração da antiga Judeia.

O lugar é chamado Me-arat Hamachpelah (em hebraico: מערת המכפלה), que significa «o túmulo das duplas sepulturas». De facto, segundo a tradição judaica, o túmulo esconde sepulturas duplas onde a tradição afirma que estariam enterrados quatro pares de casais bíblicos importante: (1) Adão e Eva; (2) Abraão eSara; (3) Isaac e Rebeca; (4) Jacó e Lea.

Em árabe, o lugar é chamado «Haram el-Khalil » (الحرم الإبراهيمي), que quer dizer «lugar sagrado do amigo (de Deus)» que designa Abraão. Ou simplesmente «Al Magr» (‎‎المغارة‎ ), «o túmulo».

Um monumento foi construído em volta do túmulo na época de Herodes, o Grande. Os muçulmanos transformaram o monumento em mesquita, conhecida sob o nome de mesquita de Ibrahim (الحرم الإبراهيمي).


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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Bíblia com mais de 1500 anos é achada em Israel

Após séculos de especulações a confiabilidade da Bíblia Sagrada ainda é um tema recorrente. O cânon das Escrituras ainda continua a ser questão de debate e muitos cristãos, embora confessem a autoridade da Bíblia, tem dúvidas sobre a imutabilidade dos textos ao longo dos anosA influência de comunidades pagãs, teorias conspiratórias contra a Igreja Católica e dúvidas sobre a Reforma Protestante colocam em “xeque” o que se sabe até agora sobre os livros que compõem o cânon Sagrado. Essa variedade de discussões pode ter seus dias contatos.
A Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI) desenvolveu nos últimos anos tecnologias capazes de decifrar um dos pergaminhos hebraicos mais antigos já encontrados. Por causa da deterioração o pergaminho não podia ser lido, por isso não era possível saber do que se tratava os textos.
O que se sabia até agora era que o achado datava de 15 séculos de idade e que foi encontrado em 1970, numa sinagoga em Ein Gedi, perto do Mar Morto. Com o desenvolvimento da nova tecnologia foi possível desvendar o pergaminho, que fazia parte de um Bíblia de 1500 anos de idade, segundo Pnina Shor, porta-voz da AAISó foi possível desvendar o texto graças a uma técnica de escaneamento tridimensional da empresa israelense Merkel Technologies e a ajuda do Departamento de Informática da Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos.
O fragmento com sete centímetros de comprimento contém os oito primeiros versículos do livro de Levítico, que explica as regras dos sacrifícios rituais. Durante as últimas quatro décadas, a peça foi mantida no escuro, em cofres climatizados da AAI, junto com trechos dos Manuscritos do Mar Morto. Com informações de Israel National News
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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Descoberta arqueológica na China pode comprovar dilúvio bíblico

Descoberta arqueológica na China pode comprovar dilúvio bíblico Inundação catastrófica ocorreu no vale do Rio Amarelo, cerca de 4.000 anos atrás
Alguns cientistas estão afirmando que as recentes descobertas no Vale do Rio Amarelo, na China, oferecem evidência sobre o dilúvio descrito na Bíblia.
Os ossos de crianças descobertos no local revelam que as crianças parecem ter ficado presas em meio a uma grande inundação. Testes datam as ossadas por volta do ano 2.000 a. C, que seria consistente com a época que cientistas e historiadores calculam que o dilúvio de Noé ocorreu.
O apologeta bíblico e cientista Ken Ham, conhecido pelo Museu da Criação e a réplica da Arca em tamanho natural, lembra que a China, como muitas culturas, tem como tradição uma história sobre um grande dilúvio.
“Quer sejam índios americanos ou povos fijianos, havaianos, esquimós, aborígines australianos… indo até os babilônios, existem lendas sobre dilúvios em culturas de todo o mundo”, sublinhou Ham.
Ele sabe que muitos cientistas negarão o fato que essas crianças no vale do Rio Amarelo foram atingidas pelo dilúvio narrado em Gênesis.
“Há milhares de metros de sedimentos de Dilúvio em todo o globo. São evidência de um dilúvio global catastrófico. Os cientistas não estão dispostos a olhar para isso porque foram doutrinados a acreditar que foram se acumulando ao longo de milhões de anos”, esclarece Ham.
Para ele, a falta de vontade de aceitar as verdades espirituais leva muitas pessoas a ficarem cegas para as verdades científicas.
Explicação da ciência
Segundo o estudo divulgado pela revista Science, arqueólogos e geólogos liderados por Qinglong Wu, da Universidade de Pequim, encontraram comprovações que uma inundação catastrófica ocorreu no vale do Rio Amarelo, cerca de 4.000 anos atrás. Ao mesmo tempo, foi descoberto nas margens da extinta represa um sítio arqueológico de importante significado histórico.
As provas inegáveis de que uma grande inundação ocorreu há quatro milênios estariam relacionadas com o mito de fundação da primeira dinastia chinesa, a Xia. O relato antigo dá conta que o imperador Yu foi um “grande salvador, que ganhou bênção celestiais” após a dragagem de canais, que escoaram a água.
Até recentemente, outras pesquisas haviam documentado a segunda (Shang) e a terceira dinastia (Zhou), mas a Xia ainda era considerada uma lenda, gerando dúvidas que realmente tivesse existido.
Agora, os estudiosos afirmam que o dilúvio foi provocado por um terremoto, que levou o rio Amarelo a formar uma barragem em Jishi. Quando essa barragem cedeu, a inundação ao longo do planalto tibetano foi catastrófica. Estima-se que o nível de água subiu 38 metros. Tal fenômeno durou entre seis e nove meses, estendendo-se por 2 mil quilômetros ao longo do rio Amarelo.


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